Não serei mais um escravo da opressão,
Terei liberdade sem fim
E viverei sem angustia ou solidão.
Não consigo enxergar a liberdade conquistada,
A independência da minha pátria,
A vida digna de um homem livre,
E morro sem ar, sem conseguir respirar.
Vivo sem fé e sem auto estima,
Sempre quero ser mais “belo”, e nunca serei o suficiente,
O diferente é feio e o feio é excluído
E eu já sem alma, caio por terra.
O dinheiro corrompe o mundo e me destrói,
Sem ele eu não vivo, e com ele sou um escravo do capitalismo.
Sou obrigado a ter o que não preciso
E agora possuído, me transformo e me desconheço.
Vivo sem domínio, sem controle, sem saída.
Palavras desconhecidas fui obrigado a conhecer,
Conhecimentos me fizeram inteligente,
Mais sem sabedoria, vivo como um louco cientista equivocado.
Com uma lagrima nos olhos,
Lembro da vida dos meus antepassados.
Sem lavagem cerebral, sem medo, sem domínio,
E já sem esperança de gozar teus amores, sinto-me falecer.
Não vejo a hora de partir do mundo dos esquecidos,
De deixar a prisão de mentes.
Não serei mais um escravo do diabo,
E já orgulhoso sorrirei para a vida.
Autor: Edmilson Rodrigues da Rocha Júnior
5 comentários:
MUITO LEGAL SEU POEMA!!!!VC CONSEGUIU FAZER UMA CRITICA AOS DIAS ATUAIS "RECHEADOS"DE HIPOCRISIA,LADEADOS PELAS CONSEQUENCIAS DO CAPITALISMO...PARABENS!
vlw... Obrigado pela critica.
nossa sua fã;é incrivel como este poema relata a vida no cotidiano,conseguir descrever a vida de uma pessoa que amo,em suas palavras e hoje infelismente ela ja não faz mais parte deste mundo. Lindas palavras você tem um grande e lindo futuro.
vlw duda...
Muito bom...
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